Ivan Storti/ Santos FC
Ivan Storti/ Santos FC

Jogadores do Santos fazem lei do silêncio após demissão de gerente de futebol

Sérgio Dimas, que cuidava da logística do clube, foi desligado pela diretoria

Estadão Conteudo

12 Fevereiro 2017 | 14h34

Ao final do jogo contra o Red Bull Brasil, na manhã deste domingo, os jogadores santistas se reuniram no centro do gramado do Pacaembu e combinaram de não dar nenhuma entrevista à imprensa. Apesar da tentativa de Dorival Júnior em diminuir o fato, continua a insatisfação interna pela demissão do gerente de futebol Sérgio Dimas, na semana passada.

Ele era responsável por fazer a logística do clube nos jogos longe da Vila Belmiro, além de também auxiliar o superintendente Dagoberto dos Santos. Dimas era considerado a ligação entre comissão técnica e diretoria, amigo dos principais atletas. Estes esperam a reversão da medida, mas o elenco já deixou claro o seu descontentamento. Eles devem voltar a falar durante a semana que vai anteceder o clássico com o São Paulo, pela terceira rodada.

Sérgio Dimas foi demitido por não apresentar, dentro do prazo inicial, as inscrições dos jogadores na Copa Libertadores. O presidente Modesto Roma Júnior estranhou a posição dos jogadores e prometeu apurar melhor a situação. "Não estou sabendo nada de jogadores não falarem à imprensa. Acho que precisam atender a todos. Vou procurar saber o que está acontecendo", garantiu Modesto Roma Junior, presidente do Santos.

O Santos venceu o Red Bull Brasil por 3 a 2, neste domingo, em duelo válido pela segunda rodada do Paulistão. A partida foi marcada por forte polêmica no terceiro gol santista, nos acréscimos. Kayke usou o braço direito para mandar a bola para o gol. Além disso, imagens de TV não conseguiram confirmar se a bola entrou ou não no gol do Red Bull.

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