Jogadores exaltam 'espírito de luta' do São Paulo no clássico

Em circunstâncias normais, empatar com o Santos na Vila Belmiro é sempre um bom resultado. Como o São Paulo jogou por uma hora com um jogador a menos, o 1 a 1 conquistado neste domingo contra o time praiano foi ainda mais comemorado pelo elenco tricolor.

AE, Agência Estado

28 de agosto de 2011 | 19h42

"Aqui na Vila é sempre muito difícil jogar, mas a equipe está de parabéns pelo espírito de luta que teve no jogo. É complicado enfrentar o Santos na casa deles, ainda mais com um jogador a menos", afirmou Cícero, que começou o jogo como centroavante e foi recuado a volante quando o São Paulo ficou com dez em campo.

O zagueiro Rhodolfo, que desperta o interesse da poderosa Juventus, da Itália, de acordo com a diretoria do São Paulo, destacou a dedicação do time para tentar segurar o resultado favorável. "Infelizmente não deu para sairmos com a vitória, fomos bem. Todos se ajudaram, estamos exaustos, não podemos desmerecer o que fizemos hoje aqui", comentou.

Mas não foi só pela dedicação e pela marcação que o São Paulo conquistou o empate deste domingo. Ele só foi possível pela genialidade de Lucas, que driblou dois santistas nos acréscimos do primeiro tempo e marcou um lindo gol. "Esta é minha jogada característica. Peguei a bola e parti para cima do adversário. Fui muito feliz e consegui marcar este gol", comemorou o jogador, que deu a camisa do jogo para Neymar. Um presente para o filho recém-nascido do companheiro de seleção.

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