Teddy Garcia/Reuters
Teddy Garcia/Reuters

Jogadores se dividem sobre atuação da seleção brasileira

Alguns celebram empate fora de casa contra o Equador e outros lamentam por terem deixado a vitória escapar

Eduardo Maluf, Agencia Estado

29 de março de 2009 | 21h25

Os jogadores do Brasil se dividiram ao analisar o empate por 1 a 1 diante do Equador, em Quito. Alguns, como o goleiro Júlio César, lamentaram o resultado. Outros, como Júlio Baptista, autor do único gol brasileiro, celebraram o ponto conquistado na cidade equatoriana.

Veja também:

linkSem jogar bem, Brasil fica no 1 a 1 contra o Equador

especialVisite o canal especial das Eliminatórias da Copa

tabela Eliminatórias da Copa - Classificação

lista Eliminatórias da Copa - Calendário / Resultados

especial Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão

Júlio César não gostou do empate, apesar de ter cansado de salvar o Brasil nas diversas investidas do Equador. "Foi um castigo para todos nós, não só comigo. Queríamos muito essa vitória", disse o goleiro. "Não foi um jogo difícil só para mim, mas para a seleção brasileira. Sabíamos que seria assim, mas realmente não mostramos nosso melhor futebol. Valeu pelo espírito de luta, suportamos até o final, e acabamos sendo castigados porque, claro, queríamos a vitória".

Das inúmeras defesas que realizou, Júlio César garantiu que a intervenção mais difícil foi a que precedeu o gol de Noboa, aos 44 minutos do segundo tempo. "Foi justamente naquele lance. Fiz uma boa defesa, mas infelizmente (no rebote) tinham dois brasileiros e a bola caiu no pé do equatoriano".

O meia Júlio Baptista, entretanto, comemorou o resultado conquistado em Quito. O jogador da Roma entrou na etapa final, para substituir um Ronaldinho Gaúcho pouco efetivo. Acabou premiado com o gol que quase deu a vitória ao Brasil. "Já sabíamos de toda a dificuldade que iríamos enfrentar. Não é fácil jogar aqui. Por isso, acho que foi um resultado bastante positivo. Ainda tivemos a chance de matar o jogo com Luis Fabiano", lamentou-se.

Para Robinho, a seleção brasileira pecou no excesso de passes errados. "Nosso forte é tocar a bola e chegar no ataque. Mas erramos passes demais", disse o jogador, ainda no intervalo do jogo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.