Jogo 'mais perto de casa' anima Fluminense após tropeços

Depois de dois empates sem gols e de uma derrota, o Fluminense se apega à semana livre para treinar e aos jogos "mais perto de casa" para projetar a reação no Campeonato Brasileiro. Contra o Cruzeiro, no domingo, o time carioca vai jogar no estádio Giulite Coutinho, no bairro de Edson Passos, em Mesquita (RJ).

Estadão Conteúdo

12 de julho de 2016 | 18h36

"É um ponto bom poder jogar em Edson Passos, estar mais perto de casa, podendo contar com a nossa torcida. Teremos uma semana cheia para trabalhar, então isso ajuda bastante. Temos tudo para melhorar bastante nesses próximos jogos que teremos pela frente", diz o atacante Osvaldo.

A realização do jogo em Mesquita é uma das esperanças do Fluminense para iniciar a reação. O clube contou com público sofrível em duas das últimas três partidas em que atuou como mandante, tanto no Brasileirão como na Copa do Brasil.

O caso mais preocupante foi o do jogo contra o Ypiranga, na última quarta, pela Copa do Brasil. Jogando no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), o Fluminense levou apenas 492 pagantes ao local, sendo 832 no total.

Contra o Coritiba, pela 13ª e última rodada do Brasileirão, o time carioca foi acompanhado por somente 17 pagantes (1.826 torcedores no total). Mesmo quando jogou fora do estado do Rio, a equipe tricolor não empolgou a torcida. Contou com 4.721 pagantes no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), contra o Santos.

Sem sucesso nestes estádios, o clube passou a apostar no Giulite Coutinho, no bairro de Edson Passos. Para tanto, promoveu pequena reforma para preparar o estádio para os seus jogos no Brasileirão.

Além da "nova casa", o Fluminense se apega à semana livre para treinar, quando o técnico Levir Culpi terá tempo suficiente para recuperar o time. "Agora é ter tranquilidade para podermos encaixar novamente o nosso melhor jogo para que possamos voltar a vencer os jogos com regularidade", projeta Osvaldo.

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