Jogo no Maracanã terá 600 policiais para reforço na segurança

Novo efetivo passa pelo primeiro teste neste domingo, na partida entre Rússia e Bélgica, válida pelo Grupo H da Copa 2014

Jamil Chade, O Estado de S. Paulo

21 de junho de 2014 | 11h57

O jogo deste domingo no Maracanã é o primeiro teste do novo esquema de segurança montado entre governo e Fifa. Apesar de ser um dos jogos com o menor risco em toda a Copa do Mundo, a entidade e o governo do Rio de Janeiro vão aumentar o efetivo de policiais e vigias para a partida entre Rússia x Bélgica, no Maracanã. Novas grandes foram instaladas e o perímetro do estádio estará fechado desde 7 da manhã.

As invasões do estádio no Rio em duas ocasiões abriram uma crise entre governo e Fifa. Na sexta-feira pela noite, a cúpula da área de segurança do governo federal e a entidade se reuniram para redefinir o esquema de proteção das doze arenas.

A primeira medida já será implementada neste domingo. 600 policiais extras serão colocados em áreas estratégicas do entorno do estádio, além de 63 novos vigias dentro do Maracanã em comparação ao efetivo que foi usado no jogo Espanha x Chile, considerado de alto risco.

Na partida que resultou na invasão de torcedores chilenos, a operação contava com 3 mil policiais e 1037 vigias privados dentro do estádio. Agora, num jogo de menor porte e com pouca torcida estrangeira, os números passam a ser de 3,6 mil policiais e 1,1 mil vigias.

No total, apenas 10 mil russos compraram ingressos para toda a Copa do Mundo. Os belgas vieram em um número ainda menor e longe dos números registrados de milhares de chilenos e argentinos. Para o jogo, 74 mil pessoas estão sendo aguardadas, a grande maioria vindo da própria cidade. 

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