Helmut Fohringer/EFE
Helmut Fohringer/EFE

Jogos para os almanaques de Copa no 11.º dia

Goleada histórica e quebra de recorde defensivo dão as caras no Mundial da África do Sul

ANDRÉ AVELAR, estadão.com.br

21 de junho de 2010 | 18h21

SÃO PAULO - O 11.º dia da Copa 2010 foi daqueles dignos de almanaques e especiais dos Mundiais. Nos jogos desta segunda-feira, 21, Portugal aplicou uma goleada histórica sobre a Coreia do Norte e a Suíça - apesar de sair derrotada pelo Chile - bateu o recorde sem tomar gols. Mais comedida, apenas a tão falada Espanha que ficou devendo contra Honduras.

Veja também:

especial Raio-X - Estatísticas da segunda rodada da Copa

mais imagens OLHAR SOBRE O MUNDO - As melhores fotos do dia

mais imagens GALERIA - Imagens da goleada portuguesa

mais imagens GALERIA - Imagens da vitória chilena

mais imagens GALERIA - Imagens da vitória espanhola

tabela TABELA - Jogos | Classificação | Simulador

7 a 0. A seleção portuguesa enfim despejou o ketchup anunciado por Cristiano Ronaldo, já que a goleada só sairia depois do primeiro tento marcado, claro. E o próprio atacante desencantou. Ele não marcava desde fevereiro de 2009, há 16 partidas.

 

Sacado da equipe titular, o brasileiro naturalizado português Liedson entrou no segundo tempo e ajudou a construir o elástico placar. Foi o primeiro gol dele em Copas do Mundo. Raul Meirelles, Simão, Hugo Almeida e Tiago (duas vezes) também anotaram os seus.

 

Recorde. De nada adiantou os 558 minutos sem tomar gol, oito a mais que a Itália de 1986 a 1990. A marca fica como prêmio de consolação diante da derrota por 1 a 0 para o Chile. Mais do que a vitória para o seu time, Gonzalez manteve a invencibilidade sul-americana na África do Sul.

 

Ainda não encantou. Atual campeã europeia, mais do que nunca, a Espanha é apontada como favorita. Mas não deslanchou. Voltou a brigar por uma vaga às oitavas de final com uma vitória por 2 a 0 sobre a modesta seleção de Honduras.

 

Personagem. Cristiano Ronaldo. Ele parecia der desistido de marcar. Se contentava em dribles encantadores e assistências perfeitas. Só não contava com uma ajudinha da antes polêmica Jabulani. A bola procurou o craque. Ela estava escondida atrás de sua cabeça, mas se apresentou pronta para ser chutada em gol.

 

Craque do dia. Com dois gols, David Villa deu a vitória para os espanhóis. O primeiro deles, aliás, foi uma pintura e se candidata como um dos gols da Copa. Teria sido ainda mais decisivo se tivesse convertido o pênalti, já no final do 2.º Tempo.

 

Perna de pau. Difícil cobrar alguma coisa do ataque suíço, mas Derdiyok não poderia, na frente do goleiro, perder o gol que deixaria sua seleção em uma situação mais cômoda no Grupo H.

 

 

 

 

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.