Cesar Greco/ SE Palmeiras
Cesar Greco/ SE Palmeiras

Jorge trabalha com bola pelo 2° dia seguido e se aproxima de estreia pelo Palmeiras

Lateral-esquerdo pode estar entre relacionados para enfrentar seu ex-clube, o Flamengo, no domingo

Redação, Estadão Conteúdo

07 de setembro de 2021 | 16h09

Foram somente 30 minutos de trabalhão com bola, mas o suficiente para deixar Jorge ainda mais animado com a proximidade da estreia pelo Palmeiras. O lateral-esquerdo já havia ido a campo na segunda-feira e corre contra o tempo para estar entre os relacionados que enfrentam o Flamengo no domingo, pelo Brasileirão, no Allianz Parque.

Jorge foi contratado após a negociação de Viña com a Roma. Chegou no fim de julho, mas em recuperação de uma grave lesão sofrida no joelho esquerdo em dezembro. O aprimoramento físico é a última etapa para ele voltar. E sua vontade é que seja diante do clube que o revelou em 2017, na próxima rodada.

Nesta manhã de feriado, Jorge participou da primeira parte da atividade no campo da Academia de Futebol. Ao lado de mais três companheiros defensivos, o trabalho consistia em sair jogando e se livrar da pressão de três atacantes sem perder a posse de bola ou dar o chutão para frente.

Como o Flamengo costura pressionar seus adversários com Bruno Henrique, Gabriel Barbosa e Arrascaeta, ou quem estiver substituindo um desses titulares, Abel Ferreira aprimora todas as suas opções defensivas para evitar surpresas no retorno do time no Brasileirão.

Será um confronto direto entre dois candidatos ao título e o técnico português não quer surpreendido no Allianz Parque. Ao mesmo tempo em que tenta diminuir a desvantagem para o líder Atlético-MG, atualmente em quatro pontos1 (39 a 35), o Palmeiras vai lutar para manter os cariocas longe da disputa. O Flamengo soma 31 pontos. Mas tem dois jogos a menos. Ganhar significa aos paulistas não terem risco de ser ultrapassado quando a tabela for ajustada.

Já sem Jorge, que foi para a parte interna seguir a reabilitação física, o Palmeiras fez uma espécie de treino coletivo, mas com 13 jogadores em cada time, o que dificultava ainda mais as ações e diminuía os espaços. Abel e seus auxiliares cobravam intensidade, velocidade e competitividade nas ações, necessárias para frear o bom momento do Flamengo na visão deles.

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