Jorginho diz que bola parada pesou para substituição

Apesar de ter o lateral-esquerdo Kléber no banco de reservas da seleção brasileira, o técnico Dunga optou por improvisar Daniel Alves na posição ao sacar André Santos na parte final do segundo tempo. Jorginho, auxiliar do treinador, disse que a qualidade do lateral em bolas paradas pesou para a decisão de não colocar Kléber.

AE, Agencia Estado

25 de junho de 2009 | 18h55

"O Daniel Alves entrou porque a gente pensou em um atleta diferente, que tem velocidade, parte para cima, é driblador e tem muita qualidade na bola parada. Vinha treinando e teve a felicidade de fazer o gol", elogiou Jorginho.

O auxiliar de Dunga elogiou o desempenho da África do Sul, que quase surpreendeu o Brasil. "Até nos escanteios eles tiveram preocupações defensivas com Kaká e Robinho. Defensivamente, eles estavam bem postados, saíram com velocidade no ataque, foram uma equipe organizada. Tivemos dificuldades para penetrar pelo meio, ficamos tensos, mas conseguimos a vitória".

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