Jorginho diz que dificilmente Ronaldo retornará à seleção

No entanto, auxiliar-técnico brasileiro diz que Fenômeno deve continuar sonhando com possível volta

EFE,

10 de dezembro de 2008 | 14h57

O auxiliar-técnico da seleção brasileira, Jorginho, afirmou que será difícil o atacante Ronaldo ser convocado por Dunga pela falta de ritmo. No entanto, ressaltou que ele deve continuar com o sonho de um possível retorno.Veja também:Volta à seleção pesa na hora de optar pelo CorinthiansRonaldo Fenômeno acerta com o CorinthiansRonaldo avisa: 'Está chegando mais um louco ao Corinthians'  Veja imagens da carreira de Ronaldo TV Estadao: Corinthians acerta com a contratação de Ronaldo O Corinthians acertou em contratar Ronaldo Fenômeno? Bate-Pronto: Ronaldo e o sonho do Corinthians Dê seu palpite no Bolão Vip do LimãoPara o ex-lateral-direito, Ronaldo - anunciado na terça-feira como reforço do Corinthians após um ano ausente dos gramados - precisa ter objetivos em mente, pois caso contrário não terá sucesso na sua recuperação."Todo jogador precisa ter sonhos, estar sempre em busca de novos objetivos. Acho que se ele parar de pensar nisso, vai ser um ponto a menos para que tenha sucesso. É um jogador campeão pelo Brasil, com muitos anos na seleção. Ele deve ter objetivos no seu coração", assinalou."Ronaldo precisa desse objetivo, mas isso não quer dizer que irá alcançar. Deve ser o objetivo dele e de qualquer grande jogador", acrescentou Jorginho, que esteve presente no Fórum Internacional de Futebol (Footecon), no Rio de Janeiro.O assistente de Dunga, no entanto, lembrou que as portas da seleção estão abertas para todo grande jogador que consegue manter uma seqüência de partidas."A seleção brasileira está sempre aberta para o grande jogador, mas desde que ele consiga manter uma boa média de jogos. Infelizmente, pelo que acompanho, o Ronaldo não conseguiu manter este nível após a Copa de 2002. Não disputava todos os jogos, sempre tinha problemas com contusões", comentou."Por isso, mesmo indo ao Mundial de 2006, ficou muito mais difícil convocá-lo neste momento", afirmou. 

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