Jornais repercutem empate de Portugal com os Estados Unidos

Periódicos portugueses destacam atuação de Cristiano Ronaldo

O Estado de S. Paulo

23 de junho de 2014 | 11h25

A seleção do melhor jogador de futebol do planeta, o português Cristiano Ronaldo, não correspondeu as expectativas da torcida e da imprensa de Portugal. O empate com gol no último minuto no jogo com os Estados Unidos, ressuscitou as esperanças dos comandados de Paulo Bento, mesmo em situação delicada. Tudo porque os americanos enfrentam a poderosa Alemanha na última e decisiva terceira rodada do grupo G, jogo que se terminar empatado, classifica as duas seleções.

A goleada sofrida para os alemães e o empate em 2 a 2 no último domingo contra Estados Unidos colocaram a seleção de Portugal na última colocação da chave, com apenas um ponto. Alemanha e Estados Unidos dividem a primeira posição com quatro pontos, com saldo de gols melhor para os alemães, 4 a 1. A seleção de Gana também soma apenas um ponto mas o saldo de menos 1 gol coloca os africanos a frente dos portugueses, que possuem menos quatro gols de saldo.

Os principais jornais portugueses repercutiram o empate e principalmente a contestada atuação do ídolo do Real Madrid, Cristiano Ronaldo. O atacante não teve um bom desempenho durante a partida, mas acertou com perfeição um cruzamento na cabeça de Varela no último minuto de jogo, dando um último suspiro aos portugueses.

O esportivo Record enfatizou a entrevista do camisa 7 e capitão da seleção. Campeão da Liga dos Campeões com o Real Madrid, Cristiano Ronaldo afirmou que não acreditava em uma boa campanha de sua seleção na Copa do Mundo. "Portugal nunca foi favorito. Aliás, basta ver nossa qualificação. Estaria mentindo se dissesse que somos uma seleção favorita. Ainda por cima, com a quantidade de limitações que temos tido, como os casos de Pepe e Fábio Coentrão", lamentou Ronaldo.

Ao diário A Bola, também dedicado a cobertura esportiva, o enfoque das publicações também foi a entrevista concedida pelo atacante após o empate do último domingo em Manaus. "Nos últimos tempos não tenho estado da maneira que esperava. Para mim era fácil, bastava não vir ao Mundial e tinha terminado a época com título de campeão europeu. Estou aqui e dou a cara, como sempre. Ninguém vai ao Mundial sem querer demonstrar o seu futebol, brilhar, correr. Isso é impensável neste grupo, mas há coisas que não se conseguem, como correr mais, ou ter mais qualidade".

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