Andrew Winning/Reuters
Andrew Winning/Reuters

José Mourinho minimiza tropeços e nega crise interna no Chelsea

Técnico descarta ambiente ruim após duas derrotas consecutivas da equipe na mesma semana

AE, Agência Estado

20 de setembro de 2013 | 13h17

LONDRES - O técnico José Mourinho minimizou nesta sexta-feira os tropeços do Chelsea nas duas últimas partidas e descartou qualquer princípio de crise no início da sua nova passagem pelo clube. O time perdeu para o Everton (1 a 0) no último sábado, pelo Campeonato Inglês, e depois caiu para o Basel (2 a 1) na quarta-feira, pela Liga dos Campeões da Europa, mas o treinador português ressaltou ainda ser cedo para qualquer avaliação sobre o seu trabalho.

"A primeira coisa que tenho a dizer é que não perdemos nada. Nós não terminamos em terceiro lugar no grupo da Liga dos Campeões e caímos para a Liga Europa e nós não terminamos em terceiro no Campeonato Inglês. Perdemos um jogo no Campeonato Inglês, os outros cinco candidatos ao título também perderam uma partida, exceto o Liverpool", disse. "Não é sobre a maneira como você começa, mas como você termina", completou.

O Chelsea volta a entrar em campo neste sábado, quando vai receber o Fulham, pelo Campeonato Inglês, em busca da reabilitação, para encerrar uma série de quatro partidas sem vitórias, sendo duas pelo torneio nacional. Mourinho avaliou que a oscilação do time no início do seu trabalho é natural em razão da nova filosofia que está sendo implementada. Além disso, ele garantiu ter convicção das mudanças que decidiu promover no time.

"Eu tenho um trabalho a fazer, sei onde quero ir e sei os passos que tenho que dar. Eu também sei que quando você quer construir algo diferente e os jogadores estão confortáveis com uma filosofia que tinham durante anos, é mais difícil", disse. "A coisa mais fácil para um novo técnico é chegar a um clube e não mudar, indo na mesma direção, mas não há pânico. Há um período em que, eu entendo, se os resultados não são bons, as pessoas vão colocar alguns pontos de interrogação, mas cabe a mim decidir qual direção devo seguir".

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