Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Jovens tentam conter ansiedade por vaga no São Paulo

Time tricolor pode atuar com um time reserva na última rodada do Paulistão

Fernando Faro, Agência Estado

19 de março de 2014 | 19h13

SÃO PAULO - O São Paulo gosta de estufar o peito para falar dos resultados dos investimentos nas categorias de base de Cotia, mas não são todos os garotos que repetem os passos de Lucas e já conquistam fama internacional após brilhar nos profissionais. A realidade dos garotos costuma passar pelo banco de reservas e por chances graduais até finalmente brigar pela titularidade.

Cientes de que o espaço aparecerá aos poucos, jovens como Ademilson e João Schmidt admitem que esperar as oportunidades muitas vezes aumenta a ansiedade, mas mostram tranquilidade enquanto não ganham uma sequência.

"É importante ter essa disputa. Claro que tem os 11 titulares, mas é claro que precisa ter o grupo para quando ter a oportunidade, mostrar serviço e fazer valer essa disputa", disse João Schmidt, que deve ganhar chance no meio-campo e espera enfim fazer valer o apelido de ''Colosso'' dado pelo presidente Juvenal Juvêncio, entusiasta do seu talento.

Se o volante teve poucas oportunidades, Ademilson não pode reclamar da falta de chances. O atacante terminou a temporada como titular e participou de 89 jogos pelo clube, mas ainda não convenceu plenamente e sofre com a desconfiança da torcida. Ele admite que outros clubes se interessam por garotos do time tricolor, mas descarta deixar o Morumbi.

"A gente recebe (propostas) e por sermos jovens eles nos procuram mais e nos oferecem a chance de termos ritmo de jogo. Vontade eu não tenho, o que tenho é vontade de jogar aqui, ganhar títulos e fazer história", disse o atacante.

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