Juiz colombiano ordena prisão domiciliar de Asprilla

Jogador, que passou pelo Palmeira, é acusado de porte ilegal de armas de fogo de uso exclusivo militar

EFE

26 de junho de 2008 | 09h55

Um juiz da cidade colombiana de Tuluá ordenou nesta quinta-feira, a prisão domiciliar do jogador Faustino Asprilla por "porte ilegal de armas de fogo de uso exclusivo militar", ao disparar um fuzil em abril, informou a Procuradoria Geral da Nação. Asprilla, que jogou por Palmeiras e Fluminense, foi acusado de dar tiros com um fuzil pelos donos de uma fazenda vizinha ao seu sítio em Tuluá. O incidente ocorreu em 19 de abril, quando duas mulheres que iam visitar o ex-jogador queriam passar por um caminho particular da fazenda vizinha. Os donos da fazenda ao lado, um engenho de cana-de-açúcar, apresentaram uma denúncia por destruição de bens alheios e porte de arma. "Os únicos disparos que fiz são os 200 gols que estão registrados na Fifa", disse Asprilla em sua defesa. Esta não é a primeira confusão protagonizada pelo jogador: em 2000, ele recebeu uma ordem de prisão por dar tiros embriagado numa discoteca de Tuluá; em 1995, foi processado por porte de armas e disparou em uma boate de um hotel em Cartagena de Índias. Em 2003, ainda quando jogava pelo Universidad de Chile, ele disparou tiros para o alto para chamar a atenção de seus companheiros - mas afirmou que era uma pistola de brinquedo. 

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