Reuters
Reuters

Juiz libera de prisão domiciliar empresários argentinos do caso Fifa

Jurista diz que dupla 'cumpriu de forma satisfatória prisão domiciliar'

Estadão Conteúdo

28 de agosto de 2015 | 18h46

Envolvidos no escândalo de corrupção da Fifa, os empresários argentinos Hugo e Mariano Jinkis foram liberados da prisão domiciliar nesta sexta-feira por um juiz local. Eles aguardavam em casa a decisão da Justiça a respeito do pedido de extradição das autoridades dos Estados Unidos.

O Departamento de Justiça dos EUA lidera as investigações que levaram sete cartolas da Fifa à prisão no dia 27 de maio, em Zurique, na Suíça. E pediu a extradição dos argentinos pai e filho, por suposto pagamento de milhões de dólares em propinas para dirigentes da Fifa e da Conmebol.

Com o suborno, os donos da empresa Full Play Group obtinham benefícios na disputa pelos direitos de transmissão de torneios importantes, como a Copa América. A empresa, junto da Traffic e da Torneos y Competencias (TYC) formaram a Datisa. Apenas quatro dias depois da fusão, a grande empresa obteve os direitos de imagem de quatro edições da Copa América (2015, 2016, 2019 e 2023).

Por causa das suspeitas, os argentinos tiveram decretada a prisão domiciliar. Ao liberá-los da detenção, o juiz Claudio Bonadio determinou que a dupla deve permanecer a no máximo 60 quilômetros da corte argentina. Eles também não poderão deixar suas casas por mais de 24 horas sem notificar as autoridades judiciais.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.