Reprodução/YouTube/Gaviões da Fiel
Reprodução/YouTube/Gaviões da Fiel

Julgamento de presidente da Gaviões da Fiel por morte de palmeirense é adiado 

Diguinho pode ser condenado por até 20 anos de prisão

O Estado de S.Paulo

27 de março de 2018 | 18h45

A Justiça de São Paulo decidiu adiar o julgamento do atual presidente da Gaviões da Fiel, Rodrigo de Azevedo Fonseca, o Diguinho, para o dia 26 de setembro. O membro da principal torcida organizada do Corinthians é acusado de atirar contra Diogo Lima Borges, conhecido como Munhoz, que era membro da Mancha Alviverde, torcida do Palmeiras, em confusão ocorrida no dia 16 de outubro de 2005, na estação Tatuapé do Metrô, na Zona Leste de São Paulo. 

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Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ), "as partes juntaram documentos e informaram que não houve tempo hábil para analisá-los". Diguinho, com 33 anos, responde em liberdade e alega inocência. 

O Ministério Público (MP) ainda tinha acusado 13 corintianos de agredirem oito palmeirenses na mesma briga. Eles respondiam o processo soltos, mas como o processo prescreveu, foi extinto e eles estão livres.

Na época da confusão, Munhoz tinha 23 anos e estava indo se encontrar com seu pai. Na estação Tatuapé, um grupo de corintianos invadiram o local, em uma briga combinada anteriormente pela internet. Ao deixar um dos vagões, Munhoz foi atingido por um tiro nas costas. Segundo a acusação, o ato partiu de Diguinho. 

Se for condenado, o presidente da Gaviões pode ser condenado por até 20 anos de prisão. 

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