Juninho tenta dar ânimo para corintianos

Definir a escalação da equipe, fazer contas ou estudar os adversários. Nada disso é prioridade para o técnico Juninho Fonseca, do Corinthians, durante a semana que antecede o clássico contra o Santos. Na verdade, o treinador se desdobra para encontrar maneira de fazer seus jogadores readquirirem o sentimento mais básico para entrar no campo: a vontade, pura e simples, de jogar futebol. Nos dias que antecedem o jogo, marcado para domingo, na Vila Belmiro, a estratégia é relativamente óbvia. Ou seja, atrapalhar a vida do arqui-rival. Com 73 pontos (seis atrás do Cruzeiro), o Santos é o vice-líder do Campeonato Brasileiro e está na briga pelo título. Já os corintianos somam 52, são 14.º, e não têm mais pretensões na competição. O diretor-técnico, Roberto Rivellino, teve conversa com o grupo hoje. Aí está o problema. Diante do Santos Juninho apela para a rivalidade. Porém, nas partidas seguintes, teme que os jogadores demonstrem a mesma desconcentração que resultou na virada do Atlético-PR na última rodada (3 a 2 em pleno Pacaembu).

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.