Justiça determina prisão de sete envolvidos no caso Cabañas

Os envolvidos são funcionários do bar onde o jogador paraguaio foi baleado no último final de semana

Efe

29 de janeiro de 2010 | 03h59

A Justiça mexicana determinou a prisão preventiva, por 30 dias, de sete empregados do bar onde o atacante paraguaio Salvador Cabañas, do América do México, foi baleado no último dia 25.

 

A Procuradoria Geral de Justiça do Distrito Federal (PGJDF) disse que entre os envolvidos estão Carlos Fernando Cázares, de 41 anos, gerente do bar onde ocorreu a agressão, o segurança Heriberto González, de 38 anos, que confessou ter escondido o cartucho da bala, e Javier Ibarra Coronel, de 45 anos, encarregado da limpeza do banheiro masculino do local.

 

Ibarra declarou às autoridades que houve um incidente entre o jogador e o provável agressor, que as autoridades identificaram como José Jorge Balderas, conhecido como "JJ", que está foragido, assim como um de seus guarda-costas, que o acompanhava no dia do crime.

 

Quanto à saúde do jogador, os médicos disseram na última quinta-feira, 28, que houve progressos com a redução do edema cerebral, embora ele siga em estado delicado. "O edema começa a regredir e seus sinais vitais estão mais estáveis. Este foi o melhordia desde que chegou", afirmou o neurocirurgião Ernesto Martínez, passadas 72 horas da cirurgia à qual o paraguaio foi submeti

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