Mauro Pimentel / AFP
Mauro Pimentel / AFP

Justiça nega recurso e mantém investigação sobre suposto crime digital de Neymar

Advogados do atacante divulgaram nota afirmando que não foram os responsáveis pelo pedido de interrupção

Gonçalo Junior, Estadão Conteúdo

11 de junho de 2019 | 17h42

A desembargadora Adriana Lopes Moutinho Daudt D'Oliveira, da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), negou liminar ao julgar o recurso de primeira instância e manteve a investigação contra Neymar por divulgar imagens de Najila Trindade, modelo que o acusa de estupro que teria sido cometido em Paris. A decisão da relatora do recurso em segunda instância foi divulgada nesta terça-feira.

Os advogados de defesa de Neymar divulgaram nota afirmando que não foram os responsáveis pelo pedido de interrupção das investigações. Eles afirmam que vão solicitar à Ordem dos Advogados do Brasil a apuração de infração ético-disciplinar.

"É com espanto e indignação que a defesa recebe a notícia de nova impetração de habeas corpus em favor de Neymar da Silva Santos Júnior, por advogados não constituídos pelo atleta", diz o documento.

Ao negar o pedido, a desembargadora afirmou que o recurso foi apresentado com "os mesmos argumentos já deduzidos" pelo juiz em primeira instância. A magistrada afirmou que não vislumbra "prova incontestável da ilegalidade apontada" pelos advogados.

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