Stringer/Reuters
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Justiça paraguaia ordena prisão do técnico do Deportivo Cali em ação de Chilavert

Processo foi aberto após Gerardo Pelusso chamar o ex-capitão da seleção local de 'gordo mentiroso e sem-vergonha'

Estadão Conteúdo

19 de março de 2018 | 13h42

Uma juíza do Paraguai deu ordem de prisão ao técnico uruguaio Gerardo Pelusso, do Deportivo Cali, em ação iniciada pelo ex-goleiro paraguaio José Luis Chilavert. Sandra Farías considerou Pelusso foragido da Justiça e pediu sua prisão devido a sua ausência em audiência agendada para esta segunda-feira.

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O processo teve início em 2015 quando os advogados de Chilavert acionaram Pelusso na Justiça paraguaia por conta de comentários do treinador em uma entrevista à rádio Sport, de Montevidéu. O técnico disse que o ex-goleiro era "gordo mentiroso e sem-vergonha". Por consequência, Chilavert acionou Pelusso na Justiça e pediu indenização de US$ 500 mil (cerca de R4 1,6 milhão) por danos morais.

O treinador anunciou que não compareceria à audiência em anúncio dos seus advogados. "Ele decidiu não se submeter à Justiça paraguaia por questões de incompetência de jurisdição, tendo em conta que o meu cliente fez declarações quando estava na Colômbia para uma rádio do Uruguai", afirmou a advogada Bettina Legal, defensora de Pelusso.

As declarações foram rejeitadas pela juíza, que deu a ordem da prisão. Com sua decisão, o treinador do Deportivo Cali passou a ser considerado foragido.

Chilavert, de 52 anos, foi o capitão da seleção paraguaia nas Copas do Mundo da França, em 1998, e do Japão e Coreia do Sul, em 2002. Já Pelusso foi o treinador do Paraguai nas Eliminatórias do Mundial do Brasil, em 2014.

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