Juvenal Juvêncio, o segredo são-paulino

Até maio o São Paulo vivia um festival de acusações públicas. O vice-presidente Márcio Aranha criticava Oswaldo de Oliveira. O técnico rebatia e tentava tirar a autoridade do vice. O clube vivia a turbulência da perda do título paulista para o Corinthians. Os jogadores sofriam o reflexo e a equipe despencava. Foi a hora de o personagem de maior credibilidade da situação deixar os bastidores.Aos 65 anos, Juvenal Juvêncio quebrou a promessa de não voltar a ter cargo executivo no clube. Mas o ex-presidente viu o desgaste que consumia seu grupo político e voltou à ativa. Assumiu a diretoria de futebol, cargo pequeno para o último cardeal do Morumbi. Porém, Márcio Aranha se calou. Rojas foi efetivado como treinador. A calmaria voltou e o time briga na prática pelo título brasileiro.Vivido no futebol, não leva críticas pelo lado pessoal. E enfrenta o questionamento. Admite o momento difícil do São Paulo e mostra por que é o dirigente mais respeitado do clube.Leia mais no Jornal da Tarde

Agencia Estado,

20 de julho de 2003 | 09h59

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