Eduardo Nicolau/AE
Eduardo Nicolau/AE

Kaká nega agressão e pede à Fifa que analise expulsão

Jogador brasileiro afirma que não deixou o braço para atingir Keita e que o árbitro estava equivocado

SÍLVIO BARSETTI, Enviado Especial - O Estado de S. Paulo

20 de junho de 2010 | 19h20

Kaká estava bastante incomodado com a expulsão no segundo tempo da vitória da seleção brasileira sobre a Costa do Marfim por 3 a 1, neste domingo, no estádio Soccer City, em Johannesburgo. Ele não quis comentar diretamente o lance, mas pediu à Fifa, que organiza a Copa do Mundo, que analise as imagens da disputa de bola com Keita.

 

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"Não vou falar sobre a expulsão. Fiquei triste. Vi as imagens no vestiário e espero que a Fifa veja e tome uma providência. Falei com o Drogba na saída de campo e ele me disse que não tinha visto. Então eu disse a ele que veja", afirmou o meio-campista brasileiro, em entrevista logo após a partida.

Esta foi a sua terceira expulsão na carreira, sendo que as duas anteriores aconteceram quando ainda atuava pelo São Paulo, de onde se transferiu para o Milan em 2003. Ele não classifica a partida como violenta. "Foi um jogo duro, mas não violento. No final teve dois ou três lances violentos, mas isso não significa que o jogo foi assim".

Como é rotina no futebol, Kaká procurou avaliar pelo lado positivo a sua participação na partida contra os marfinenses. "O importante é que dei dois passes para gols. Acho que fui bem, ficou claro que estou crescendo. Foi boa a classificação antecipada, dá moral ao time".

 

 

 

 

 

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