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Kaká pede humildade com venezuelanos

O meia Kaká, do Milan, não se habilita a classificar a Venezuela, adversária deste sábado da seleção brasileira, como uma "equipe fácil de ser superada". Lembrou, por exemplo, a ascensão do futebol venezuelano nas duas últimas Eliminatórias. Para ele, o elenco precisa manter a humildade para terminar a temporada de 2004 próximo da classificação para a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha."Todo cuidado é pouco para não ser surpreendido. O grupo está unido para conquistar nove pontos em três jogos até o fim do ano. Para isso, a seleção tem que derrotar a Venezuela, a Colômbia e o Equador", declarou Kaká, referindo-se aos próximos adversários do Brasil pelas Eliminatórias até o fim do ano.O caçula do elenco pentacampeão do mundo no Japão e na Coréia, em 2002, destacou que a seleção não pode entrar em campo preocupado em golear a Venezuela. O mais importante, segundo ele, é manter a tranqüilidade, valorizando a posse de bola e buscando o ataque."O grupo quer é a vitória, independentemente do placar. Esse é o objetivo, que não pode ser perdido de vista", frisou Kaká, que classificou como "normal" a vitória dos reservas sobre os titulares, por 3 a 2, no último coletivo antes do jogo com a Venezuela, em Maracaibo.Ele destacou que o treino serviu principalmente para o técnico Carlos Alberto Parreira acertar o posicionamento e a marcação da equipe. "Eles (reservas) são mais fortes que muitos times. Parreira conseguiu corrigir alguns defeitos que o grupo estava apresentando em campo", disse Kaká, que elogiou a vontade e a determinação do atacante Luís Fabiano, ex-companheiro de São Paulo, autor de três gols. "A qualidade técnica dele não é novidade para ninguém".Kaká explicou que a sua função tática exercida na seleção é semelhante a da Milan. Vai ser o encarregado de municiar o ataque formado por Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho. "Chego para concluir e também para servir os atacantes, que jogam mais enfiados".

Agencia Estado,

07 de outubro de 2004 | 18h58

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