Kashiwa Reysol prega respeito ao time da Nova Zelândia

Campeão japonês, comandado pelo brasileiro Nelsinho Baptista quer evitar surpresa negativa

AE, Agência Estado

07 de dezembro de 2011 | 16h29

TOYOTA - Vindo da Nova Zelândia, um país sem nenhuma tradição no futebol, o Auckland City é um time praticamente amador. Por isso, entra como azarão no jogo contra o Kashiwa Reysol, nesta quinta-feira, em Toyota, no Japão, na abertura do Mundial de Clubes. Mas, apesar de todo o favoritismo, a equipe japonesa prega respeito ao adversário de estreia.

Atual campeão japonês, o Kashiwa Reysol ainda terá o apoio da sua torcida para tentar confirmar o favoritismo diante do Auckland City e avançar às quartas de final do Mundial, quando enfrentaria o Monterrey, do México - depois disso, o adversário será o Santos. Mas os jogadores da equipe japonesa sabem que é preciso evitar o clima de já ganhou.

"Eles têm jogadores da Argentina e da Costa Rica. E merecem nosso respeito porque foram bons o suficiente para chegar ao Mundial de Clubes", afirmou o técnico do Kashiwa Reysol, o brasileiro Nelsinho Baptista, ao comentar sobre o confronto com o Auckland City. Ele admitiu, inclusive, que não conhece muito sobre a equipe neozelandesa.

Apesar do respeito ao adversário sem tradição, Nelsinho mostra confiança na vitória do Kashiwa Reysol. "Não queremos apenas fazer número no Mundial, queremos continuar vencendo", avisou o técnico brasileiro. "Vamos dar o máximo em cada jogo. É um sonho disputar o Mundial e queremos jogar bem e vencer", completou o atacante Kitajima.

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