Ernesto Rodrigues/AE
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Kassab visita Arena e promete que ajudará o Palmeiras

Prefeito de São Paulo deve autorizar a mudança do alvará na obra do novo estádio do clube

DANIEL AKSTEIN BATISTA, Agência Estado

27 de dezembro de 2011 | 17h32

SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), visitou nesta terça-feira o canteiro de obras da Arena Palestra, no bairro do Sumaré (zona oeste da capital paulista), e prometeu que vai ajudar o Palmeiras na conclusão do projeto realizado pela construtora WTorre, que inclui, além do estádio modernizado, dois prédios (um administrativo e outro de quadras) e estacionamento.

Acompanhado do presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, do vice financeiro Walter Munhoz e de Rogério Dezembro, diretor de novos negócios da WTorre, Kassab ficou por cerca de uma hora no canteiro de obras e, ao final da visita, conversou com os jornalistas. Um dos pontos comentados será a ajuda para aumentar o estacionamento da Arena.

"A cidade (de São Paulo) se caracteriza por fazer muitos eventos. E a prefeitura tem a obrigação de ajudar. É um investimento para a cidade. O pedido do Palmeiras é no sentido de aumentar o número de vagas no estacionamento. Passando de 1.600 para 3 mil vagas", afirmou Kassab.

Outro pedido de ajuda do Palmeiras ao prefeito é sobre a reforma em si do estádio. Atualmente, o clube tem o alvará de reforma e, por isso, parte da arquibancada não pôde ser derrubada. O desejo do Palmeiras é que esse alvará seja mudado para o de obra para que tudo seja retirado antes da construção da arena. De acordo com Dezembro, o custo ficaria mais barato (não sabe precisar quanto) e a obra ficaria mais rápida (cerca de 4 meses). Hoje, o prazo oficial de entrega de tudo é abril de 2013.

"Vamos analisar com calma, mas é papel do poder público ajudar a sociedade", explicou Kassab, que destacou que a ajuda ao Palmeiras não será financeira como no caso do Itaquerão, estádio do Corinthians que receberá jogos da Copa do Mundo de 2014 e que conta com incentivos fiscais da prefeitura. "Não dá para ajudar financeiramente porque cada projeto tem suas peculiaridades. No caso do Corinthians, as obras promoverão o desenvolvimento da zona leste e aqui (zona oeste) isso não é preciso".

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