Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Keno afirma que elenco do Palmeiras lamenta troca de treinador

Segundo atacante, elenco gosta do trabalho de Alberto Valentim e gostaria que ele continuasse no cargo no próximo ano

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

22 de novembro de 2017 | 16h42

O Palmeiras se reapresentou nesta quarta-feira na Academia de Futebol depois da derrota por 2 a 1 para o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro, e os jogadores estavam em clima de tristeza. O atacante Keno contou que o grupo foi surpreendido pela notícia de que o atual treinador, Alberto Valentim, não continuará no cargo no próximo ano, pois a diretoria promete ir atrás de outro técnico.

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"Eu fiquei sabendo agora, quando cheguei ao clube. Eu estava conversando com os meninos na academia. A reação de um ou de outro é de ficar cabisbaixo, porque a gente gosta dele. Mas vida que segue. A diretoria que comanda e a gente não pode fazer nada", afirmou Keno em entrevista coletiva. O atacante marcou o gol de honra da equipe na derrota da última segunda-feira, em Florianópolis.

Valentim recebeu na terça-feira o comunicado do diretor de futebol, Alexandre Mattos, de que não será mantido no cargo em 2018. O clube ofereceu ao atual treinador a proposta de voltar a ser auxiliar, cargo que ocupava até assumir interinamente o time após a saída de Cuca. Valentim só deve anunciar a decisão depois do fim do Campeonato Brasileiro. Os dois jogos finais do Palmeiras serão contra Botafogo e Atlético-PR.

"A gente aprova o trabalho dele (Valentim) e sabe da importância dele. É um treinador que a gente respeita muito. Mas a gente tem que respeitar a diretoria e quem comanda. A gente tem só que trabalhar. Se a diretoria pôs um fim nisso, a gente não pode fazer mais nada", afirmou o jogador. Para começar o próximo ano, a diretoria quer Abel Braga, atual comandante do Fluminense.

Keno explicou que mudanças no comando são habituais dentro do futebol e, por isso, o elenco não sentirá a troca de técnico para o próximo ano. "Futebol é assim. A gente tem que levantar a cabeça e seguir firme. Quem chegar, vai ter que trabalhar, porque 2018 será um ano muito difícil", comentou.

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