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Khedira confirma saída do Real e lamenta: 'Não contavam mais comigo'

Volante alemão não dá pistas sobre próximo clube que defenderá

Estadão Conteúdo

23 de maio de 2015 | 10h12

O duelo diante do Getafe, neste sábado, pelo Campeonato Espanhol, será o último compromisso do volante Sami Khedira com a camisa do Real Madrid. Depois de perder prestígio nesta temporada e sequer ser relacionado em diversas oportunidades, o alemão não renovará seu contrato e deixará o clube onde atuou nos últimos cinco anos.

"Em Valdebabas (local do CT do Real Madrid) pela última vez. Eu estou saindo, mas com certeza vou sentir falta do meu clube Real, toda sua equipe técnica e meus inacreditáveis companheiros! Caras, foi uma incrível jornada", escreveu o jogador em sua página no Instagram.

Apesar de exaltar seus momentos no Real e tratar o clube com carinho, Khedira não escondeu a mágoa pela forma como foi tratado nos últimos meses. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o alemão admitiu que se sentiu desprestigiado e garantiu que o motivo de não ter uma sequência de jogos recentemente não tem qualquer relação com os problemas físicos que o acompanharam desde o ano passado.

"Temos que dizer sempre a verdade. Tinha sim uma pequena lesão, uma dor na planta do pé direito, mas este não era o motivo pelo qual não jogava. Não era uma lesão complicada, podia jogar. Sempre me senti respaldado pelo treinador, mas indiretamente me transmitiram que já não contavam comigo, que não teria uma oportunidade justa de seguir jogando", declarou.

Khedira não deu pistas sobre seu futuro, que segundo a imprensa europeia estaria ligado ao Schalke 04 ou à Juventus. O alemão apenas lamentou que sua vitoriosa passagem pelo Real tenha se encerrado desta forma.

"Este foi, sem dúvida, meu ano mais complicado. Não foi fácil jogar depois da Copa do Mundo, porque tive algumas lesões que me dificultaram muito o trabalho. Na verdade, sendo sincero, via que isto podia acontecer, porque tive uma lesão gravíssima no joelho e recuperei em tempo recorde, quase milagroso. Era normal que meu corpo se ressentisse deste esforço", apontou.

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