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Kia quer Mascherano no clássico

A ordem foi de Kia Joorabchian. Ele quer Mascherano de qualquer maneira contra o Palmeiras, domingo, no Morumbi. O iraniano da MSI voltou ao Brasil irritado e exigindo reação do time. Odiou saber das derrotas para Fluminense e Fortaleza. Kia quer a vitória contra o maior rival e a estréia do volante da seleção argentina que comprou do River Plate por US$ 12 milhões. Finalmente Kia acredita que chegou o líder que faltava. "Insisti tanto pelo Mascherano porque sei o que ele pode representar", disse várias vezes Kia. O jogador ficou assustado com o grande número de jornalistas que o perseguem desde que desembarcou no Brasil na segunda-feira perto da meia-noite. Com a camisa de treino do Corinthians, ele falou hoje. Disse pouco para não esvaziar a sua apresentação oficial, marcada para esta quinta-feira, depois do treino da manhã no Parque São Jorge. "Estou surpreso por ter sido contratado pelo Corinthians. O Brasil é um país rival do futebol argentino", disse Mascherano, após ter sido submetido a inúmeros exames. À tarde passou por um ecocardiograma. As suas condições físicas são excelentes. E embora reclame de dores no tornozelo esquerdo, está pronto para enfrentar o Palmeiras. Assinou contrato de cinco anos com a MSI e deverá assumir o papel de capitão do time. Para orgulho do pai, Oscar. "Fico satisfeito ao ver o futebol brasileiro se empenhando para ter o futebol do meu filho. Ele está feliz de jogar pelo Corinthians, mas não vou negar que todo o sonho, o fascínio de todo argentino é mesmo a Europa." Torcedor do Rosário Central, Oscar confidencia que foi Tevez quem mais deixou Mascherano tranqüilo. "Eles se telefonaram muito antes de o River fechar com o Corinthians. Javier e Carlitos jogaram cinco anos nas categorias de base da seleção. Ele veio mais tranqüilo sabendo que a torcida corintiana apóia tanto os jogadores. Sejam brasileiros ou argentinos."

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