Divulgação
Divulgação

Kieza nega mágoa com o São Paulo antes de reencontro no Morumbi

Agora no Vitória, atacante enfrenta clube onde fez duas partidas

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

15 de junho de 2016 | 09h00

O atacante Kieza jogou duas partidas e menos de 80 minutos pelo São Paulo no começo deste ano. A passagem discreta contrastou com a chegada festejada no Vitória, onde foi recebido como herói pela torcida no aeroporto e ganhou o Campeonato Baiano. Nesta quarta o jogador reencontra o ex-clube em partida no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, mas nega mágoa pelo período rápido em que atuou no time paulista.

Kieza foi a contratação mais cara do São Paulo para o início de temporada. O clube pagou R$ 4 milhões ao Shanghai Shenxin, da China, e deu ao reforço a camisa 9, número que era usado por Luis Fabiano. "Jamais me arrependeria de ter ido para o São Paulo. Cada passagem na nossa vida é um aprendizado. São coisas do futebol", disse o atacante ao Estado.

O jogador atuou como titular contra o Água Santa, pelo Campeonato Paulista, e foi substituído no segundo tempo. A outra oportunidade veio contra o The Strongest, na Copa Libertadores. A saída do São Paulo veio cerca de um mês depois. O Vitória assumiu o pagamento da transferência. "O Vitória estava empenhado, não desistiu de mim em nenhum momento, foi ficando difícil e ainda assim estava lá. É bom você saber que um clube quer muito o seu trabalho", comentou. 

O artilheiro do Vitória no Brasileiro com quatro gols contou não ter recebido da diretoria são-paulina explicações por ter sido pouco utilizado no clube. Logo após ter deixado o time do Morumbi, o então vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro, afirmou que a contratação foi um fracasso. "Ele estava acostumado a ser badalado em todos clubes. No São Paulo, teve de disputar posição e não disputou. Queria ir embora", disse. Kieza não quis comentar a declaração.

O atacante está confirmado como titular nesta quarta para rever os antigos companheiros, mas garante não ter uma vontade maior de marcar gols contra o clube em que não teve oportunidades. "A motivação e a mesma de fazer gol, independente do adversário. Eu respeito muito o São Paulo, não teria porque ter motivação especial", explicou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.