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Kléber confirma que pode deixar o Cruzeiro

'Eu não posso ficar num lugar que não queiram que eu fique', afirma o atacante após receber vaias

EDUARDO KATTAH, O Estado de S. Paulo

24 de setembro de 2009 | 19h38

Os últimos acontecimentos envolvendo Kléber podem determinar sua saída do Cruzeiro. O jogador está incomodado com o clima de hostilidade da torcida, mais especificamente da maior organizada do clube, a Máfia Azul, que não perdoou o fato do atacante ter participado de uma festa da Mancha Alviverde, no último fim de semana.    

 

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Nesta quinta-feira, antes do embarque para São Paulo, onde o Cruzeiro enfrenta o Grêmio Barueri, sábado, Kléber assumiu o descontentamento e sugeriu que o melhor seria deixar o clube. "Não é questão de deixar o Cruzeiro. Eu tenho contrato com o Cruzeiro. Eu não posso ficar num lugar que não queiram que eu fique", afirmou o atacante. "A gente tem que entender que são 7 milhões de torcedores. Não tem como fugir disso. O torcedor faz parte do clube e se o torcedor não quer que eu fique no Cruzeiro...", completou.

O atacante teria pedido oficialmente à diretoria para deixar o clube, revoltado com hostilidades e supostas ameaças sofrida por sua esposa na saída do Mineirão, após a derrota em casa por 2 a 1 para o Palmeiras. O argumento de pessoas próximas é que não há clima para ele permanecer em Belo Horizonte.

"Vaia todo jogador recebe, mas o que eu estou ouvindo aí é integridade física", disse ontem (quinta-feira) à Agência Estado o agente do atacante, Giuseppe Dioguardi. "Ele sabe que o clima está ruim, eu não vou ser hipócrita de dizer que o clima não está ruim. Agora, a gente entende que está ruim por uma bobagem".

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