Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Kleina acredita ser possível escalar o Palmeiras bem ofensivo

Técnico projeta uma formação com Bruno César, Valdivia e dois atacantes para a sequência da temporada

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

28 de janeiro de 2014 | 04h58

SÃO PAULO - Valdivia, Mazinho, Patrick Vieira, Serginho, Mendieta, Felipe Menezes, Marquinhos Gabriel e Bruno César. Várias são as opções no meio para o técnico Gilson Kleina. Por isso, a torcida já começa a planejar o “time ideal” e espera ver o Palmeiras no ataque. Pelo jeito, o treinador parece convencido de que é possível armar a formação ofensiva tão esperada pelos palmeirenses. 

Um time com um volante - Eguren, França ou até Marcelo Oliveira -. Wesley, Bruno César e Valdivia, além de dois atacantes, é estudado pelo treinador, mas para isso, será necessário mexer no setor defensivo. A ideia é ter laterais que ajudam mais na marcação e que não sobem tanto ao ataque.

Com isso, quem ganha mais espaço no lado direito é Wendel enquanto na esquerda, William Matheus tem uma pequena vantagem em relação a Juninho, embora o atual titular tenha mais prestígio com o treinador.

A utilização de um esquema com os dois meias depende da condição de Bruno César, já que mesmo nos jogos em que não puder contar com Valdivia, o treinador pode apostar em Marquinhos Gabriel, Felipe Menezes, Mazinho ou até mesmo escalar um terceiro atacante.

“Em dezembro, o Bruno César tinha uma função diferente no Benfica. Lá ele jogava mais pelos lados. Vamos ver de que forma poderemos usá-lo aqui. Queremos que ele tenha o melhor desempenho e entenda a filosofia do grupo. Posso escalar dois ou três meias. O importante é que ele consiga estar sua melhor condição”, disse o treinador, que na segunda-feira teve o primeiro contato com o jogador.

Bruno César será apresentado nesta terça-feira, às 12h, na Academia de Futebol. Ele vai vestir a camisa sete e chega por empréstimo de um ano do Al Ahli, da Arábia Saudita. O preço para o Palmeiras comprá-lo é de 5 milhões de euros (R$ 16,4 milhões).

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