Kleina exalta virada, mas fala em 'sinal de alerta'

"Mostramos força, a torcida nos incentivou, mas chega de emoção", disse um aliviado zagueiro Henrique, após mais uma virada do Palmeiras na Série B do Campeonato Brasileiro. Os jogadores comemoram muito a vitória por 3 a 2 sobre o Paysandu, no Pacaembu, mas por outro lado, a maneira como ela foi conquistada suscitou erros da equipe.

VÍTOR MARQUES, Agência Estado

17 de agosto de 2013 | 19h46

Isso é preocupante. Não pela Série B, que são favas contadas para o Palmeiras, mas para os embates que virão na Copa do Brasil, que agora "afunilou". Nesta quarta-feira, o time recebe o Atlético Paranaense, no Pacaembu, no primeiro jogo das oitavas de final. E em mata-matas uma atuação como a deste sábado de nada adiantaria - afinal, 3 a 2 em casa é até certo ponto um resultado ruim.

O técnico Gilson Kleina falou sobre isso na entrevista coletiva e elogiou o time do Atlético Paranaense, que está na Série A. "Não sei se contra o Atlético daria para tirar (a virada)", afirmou o treinador. "Claro que a gente fica feliz pelo resultado, pela reação, mas daqui a pouco não dá tempo de virar um jogo. Tem de ficar um alerta".

O médico do clube, Otávio Vilhena, não deu prazo para o retorno do meia chileno Valdivia, que machucou a coxa direita. O zagueiro Vilson também sentiu a coxa e é dúvida para quarta.

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