Ernesto Rodrigues/Estadão
Ernesto Rodrigues/Estadão

Kleina garante que o Palmeiras não vai jogar a toalha

Técnico do Palmeiras ressalta que time terá sempre dignidade

O Estado de S.Paulo

11 de novembro de 2012 | 21h37

PRESIDENTE PRUDENTE - O técnico do Palmeiras, Gilson Kleina, garante que ele e seus jogadores não vão desistir jamais. Após mais um revés palmeirense, desta vez para o campeão Fluminense, a situação da equipe alviverde é muito complicada. Para não ser rebaixado, o Palmeiras precisa vencer os três jogos que lhe restam no Campeonato Brasileiro (Flamengo, Atlético-GO e Santos) e ainda torcer por tropeços de Sport, Bahia e Portuguesa. Para atingir tal façanha, Gilson que o torcedor apenas dê o seu apoio, sem violência.

"Nós vamos fazer a nossa parte. O torcedor não vai ver ninguém jogando a toalha. Sei de onde vim e onde quero chegar. Vamos lutar até o final. Aconteça o que acontecer, teremos dignidade até o final", afirmou Kleina, após a derrota para o Fluminense por 3 a 2, em Presidente Prudente.

"Não adianta trabalhar com ameaças e violência, isso vai prejudicar o atleta que quer reagir. O ser humano é movido pela parte emocional", comentou ele. "Aqui também está todo mundo sentido, os jogadores querem dar uma resposta. Não vejo esse grupo rindo, sem caráter, está todo mundo sentindo igual. Vamos sentir a volta a São Paulo. O torcedor está sofrendo mais do que nunca, mas na vida tem ida e volta. Isso que estamos passando, vamos bsucar. Em algum momento vamos dar alegria", emendou o treinador.

A derrota para o Fluminense, a 20ª no Brasileirão, poderia até ser evitada. Mas segundo Gilson Kleina o resultado negativo foi uma espécie de castigo.

"É muito castigo o que acontece com a gente, até na hora de tomar gol.  Era 47 minutos do segundo tempo quando tomamos o gol. Mudou o nosso vestiário, todos chegaram lamentando, aí tive de mudar a estratégia de jogo. Estamos trabalhando, não estamos nos omitindo. Mas está sendo pouco."

Tudo o que sabemos sobre:
futebolPalmeiras

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.