Kleina pede paciência: 'Futebol não é receita de bolo'

Técnico do Palmeiras diz que o time passa por um processo de reconstrução

DANIEL BATISTA, Agência Estado

15 de março de 2013 | 15h12

Mesmo com a vitória por 2 a 1 sobre o Paulista, na quinta-feira, pelo Campeonato Paulista, o Palmeiras deixou o gramado do Pacaembu vaiado e o técnico Gilson Kleina pediu paciência aos torcedores, já que o time vive um momento de reformulação com a chegada de 14 reforços, sendo que alguns nem atuaram ainda. O treinador alerta que o time pode demorar um pouco mais para engrenar.

"Estou aqui para trabalhar e não para ficar avaliando o que o torcedor fala. Dou duro no dia a dia e muitas coisas boas estão acontecendo. O Palmeiras passa por um processo de reconstrução e daqui a pouco as coisas vão encaixar. Futebol não é como receita de bolo", ressaltou o comandante, que garantiu entender as críticas da torcida.

"Eu sei que o torcedor do Palmeiras é exigente, mas não posso vender ilusões. Ainda não tenho o time ideal. Eu sei que ele (torcedor) está bravo e gostaria de ver o time voando, mas é preciso ter calma e analisar as coisas", completou.

Kleina acredita também que o fato de alguns reforços chegarem no meio das competições atrapalha o entrosamento da equipe. "Muitas vezes se paga o preço por estrear jogadores já no meio do campeonato. Ainda não temos uma equipe ideal e sabemos que vamos tropeçar", afirmou.

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