Klinsmann quer sul-americano como auxiliar no Bayern

Técnico quer contratar um profissional para facilitar a comunicação com os atletas brasileiros e argentinos

16 de janeiro de 2008 | 12h27

O ex-jogador alemão Jürgen Klinsmann, que treinará o Bayern de Munique a partir da próxima temporada, quer um sul-americano como auxiliar no clube. Um dos possíveis motivos para o pedido seria a presença dos brasileiros Lúcio, Breno e Zé Roberto no elenco, além dos argentinos Martin Demichelis e José Ernesto Sosa. A revelação foi feita pelo diretor esportivo do Bayern, Uli Hoeness, em entrevista publicada na edição desta quarta-feira da revista Sport Bild. "Alguém deve vir da América do Sul", disse Hoeness ao ser perguntado sobre quem seria o braço direito de Klinsmann no Bayern. A pergunta desperta bastante interesse, já que muito de seu sucesso ao levar a seleção alemã ao terceiro lugar como anfitriã da Copa do Mundo de 2006 se deveu ao trabalho de Joachim Loew, que mais tarde seria seu sucessor. Inclusive, muitos achavam que, enquanto Klinsmann atuava como motivador, o trabalho do dia-a-dia sempre foi de Loew. Nomes como Berti Vogts e até o também ex-jogador Guido Buchwald foram cogitados para trabalhar com o treinador. Comunicação não parece ser um problema para Klinsmann: ele aprendeu espanhol recentemente, além de falar francês - idioma de Franck Ribery - e italiano, para se comunicar com Luca Toni. O inglês, outra língua que Klinsmann domina, não será exigido no Bayern, pelo menos por enquanto.

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