Leão acha que será absolvido nesta 2ª

O técnico Emérson Leão teve de cancelar a viagem que faria a Mato Grosso, onde tem uma fazenda - o time está de folga até terça-feira -, para ser julgado amanhã, no Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Paulista de Futebol. "Não será um julgamento, mas sim um esclarecimento", diz Leão. Independentemente da nomenclatura, o que estará em pauta serão as declarações que o treinador fez sobre a atuação do árbitro do jogo contra a União Barbarense (2 a 2), Salvio Spínola Fagundes Filho. Entre as muitas críticas que fez ao juiz, Leão disse que ele havia influenciado diretamente no resultado do jogo. "Mas em nenhum momento disse que havia um complô das arbitragens contra o Santos, como tem escrito um jornal por aí", afirmou Leão, sem citar o nome da publicação. "Complô é uma palavra muito forte. Se eu a tivesse dito, poderia sofrer punição." Se for punido, Leão poderá pegar gancho de até 720 dias, já que fez as críticas publicamente. Ele acredita que será inocentado, mas, caso contrário, não poderá ficar no banco já no próximo domingo, no primeiro clássico do time no Paulistão, contra o Palmeiras. NOVAS RECLAMAÇÕES - No sábado, apesar da goleada do São Paulo sobre o Atlético Sorocaba, por 4 a 1, Leão não deixou o gramado do Morumbi sem fazer novas críticas à arbitragem paulista. Questionado sobre a atuação de Romildo Correia, o técnico até tentou se segurar. "Tenho julgamento na segunda, mas já que me perguntaram da arbitragem, vou falar. Não reclamo do pênalti (em favor do Sorocaba). Mas que faz seis meses e meio (que o São Paulo não tem um pênalti a seu favor), faz."

Agencia Estado,

13 de fevereiro de 2005 | 16h42

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