Leão espera por bom futebol só em maio

O técnico Leão considerou normal o empate por 1 a 1 e o time ter jogado mal, neste domingo à tarde, na Vila Belmiro, contra o São Caetano. E avisa: o bom futebol vai demorar para aparecer. "Só em abril ou maio".Nem a volta dos cinco jogadores que estavam na Seleção Pré-Olímpica - Alex, Paulo Almeida, Elano, Diego e Robinho - deixa o treinador mais confiante para a seqüência do Campeonato Paulista - joga quarta-feira à noite, contra o Mogi Mirim, na Vila - e para a estréia na Copa Libertadores da América, dia 5 de fevereiro, diante do Jorge Wilsterman, em Cochabamba, na Bolívia."Primeiro preciso ver como os jogadores vão voltar. Interessante é que na Seleção Brasileira não dão férias aos jogadores e agora querem férias no Santos. Estamos sendo duplamente prejudicados, porque primeiro ficamos sem os jogadores e agora diante da necessidade de dar descanso a eles, mas não quero me estressar por antecipação", queixou-se, acrescentando que em seguida, ainda terá muito trabalho para entrosar os que retornarão com os jogadores que chegaram."Leão analisou o jogo deste domingo como igual, perigoso e difícil. "Tivemos um primeiro tempo melhor do que o segundo, quando os dois times estiveram mais preocupados com a marcação, e o resultado não poderia ter sido outro."Ele preferiu destacar as virtudes do seu time. "Na véspera do jogo, disse ao presidente (Marcelo Teixeira) que se ele estivesse preocupado com a lateral direita, poderia se tranqüilizar. "E Marco Aurélio confirmou as minhas palavras. É um lateral com habilidade. Ele não se livra da bola, faz o passe, apoia com inteligência e sabe fazer a diagonal de cobertura."Quanto à escalação de Daniel, no lugar de Jerri, Leão explicou que essa foi uma providência para neutralizar Marcinho, um dos principais jogadores do São Caetano. "Tanto que ele sempre faz gols e hoje não fez. Além disso, não apareceu na armação das jogadas. Acho que só isso já justifica a sua escalação. Esse é daquele tipo de jogador que trabalha para o time", elogiou. Em relação à atuação apagada, a explicação é de que ele sofreu uma pancada na perna ainda no primeiro tempo e depois teve dificuldade para se movimentar.

Agencia Estado,

25 de janeiro de 2004 | 20h51

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