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Leão planeja o Palmeiras no Pacaembu

Triangulação entre os atacantes, ousadia, dribles, laterais atuando como pontas e o principal, o time jogando em alta velocidade, sufocando os adversários. Após a chata pelada diante do Flamengo, Emerson Leão planeja um Palmeiras diferente já no duelo deste domigo, às 18h10, diante do Atlético-PR, no Pacaembu, sem presença de torcida. "Estamos com 20 pontos. Em casa temos a obrigação de vencer, de matar o adversário e fora, comer as migalhas", profetizou o treinador, acostumado a dirigir times que dão espetáculo - o Santos de 2002 e o São Paulo no início desta temporada são dois bons exemplos.Desde sua chegada ao clube, há 12 dias, Leão só fala em colocar o time na luta pelas primeiras posições. Apesar de 7 pontos em três jogos, ainda está insatisfeito com a equipe, no setor intermediário da tabela. Desta forma, não admite tropeços atuando em casa. "Tínhamos a obrigação de vencer Paraná, Paysandu e Fortaleza (derrotas por 2 a 1). Com 9 pontos, estaríamos lá em cima".O duelo contra o Atlético-PR será o quarto seguido contra equipes figurantes nas últimas colocações do Brasileiro. Depois, encara uma série de compromissos complicados, a começar por quinta-feira, no clássico contra o São Paulo. Pegará Juventude, Ponte Preta, Inter-RS, Fluminense e São Caetano.A única dúvida de Leão está no companheiro de Marcinho, no ataque. "Será um centroavante de ofício", afirma, sem revelar ser este Washington ou Gioino, muito bem no treino de ontem. Warley, outra boa opção, esta fora. "Disse a ele que rendeu pouco durante a semana e, por isso, estaria fora no fim de semana. Ele concordou".Fato inusitado - Jogar sem torcida - o Palmeiras perdeu um mando por causa de invasões de campo no clássico contra o Corinthians - será novidade para muitos, no clube. "Nunca vivi esta situação. Só posso dizer que é desconfortável", afirmou o experiente goleiro Sergio, de 35 anos, que vê um lado bom na situação: orientar os defensores e ser ouvido. "Contra o Flamengo eu gritava e ninguém entendia".O caso também gerou protesto e indignação. "Os dirigentes têm de encontrar outra forma de punição. Esta é injusta", frisou o meia Juninho, outro estreante em estádios vazios. Leão não deixou por menos. Sempre contrário às injustiças, não poupou críticas. "Um absurdo não ter torcedor, a razão principal do futebol".Atlético-PR - A empolgação que os jogadores do Atlético sentiram com os 7 a 2 sobre o Vasco, quarta-feira, foi contida com conversa. Afinal, o time ainda está em situação crítica no Nacional pela proximidade com a zona de rebaixamento. "Temos de ser realistas e saber que estamos em situação difícil na competição", ressaltou o volante Cocito. "Precisamos fazer de cada jogo uma decisão para sair o mais rápido possível dessa posição".

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