Alex Silva/ Estadão
Alex Silva/ Estadão

Leco lamenta tom da campanha no São Paulo e Pimenta diz que oposição sai fortalecida

'Não somos inimigos, somos todos são-paulinos', afirma presidente reeleito até 2020

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

18 de abril de 2017 | 23h35

Emocionado, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, foi reeleito para comandar o São Paulo até dezembro de 2020. Ele ganhou a disputa na noite desta terça-feira e falou sobre sua caminhada até chegar ao cargo.  "Estou imensamente feliz porque acabo de conquistar meu próprio mandato. Ele foi conquistado por causa da trajetória nesse um ano e meio para cuidar dessa máquina que é o São Paulo", disse.

O dirigente lamentou os rumos que a campanha para a presidência do clube tomou, com acusações, momentos de baixarias e insinuações dos dois lados. "Ninguém imagina o que foi essa campanha. Vimos coisas impensáveis e desconhecidas na história do São Paulo. Isso não fez bem para nossa comunidade. Não somos inimigos, somos todos são-paulinos", afirmou.

Ele superou o candidato de oposição, José Eduardo Mesquita Pimenta, por 124 a 101, numa eleição que contou com 225 votantes e 14 ausentes. Para a presidência do Conselho Deliberativo foi eleito Marcelo Pupo Barboza, que era o candidato de Leco na disputa. Agora a expectativa é que com o fim da disputa eleitoral a paz volte a reinar no clube.

Para o candidato derrotado, não será do dia para a noite que as coisas voltarão à normalidade no clube, mas ele desejou sorte para Leco e avisou que não voltará a ser candidato na próxima disputa. "Acho que a oposição sai fortalecida dessa disputa, ela ressurgiu. Vou continuar torcendo para o São Paulo, mas certamente não serei mais candidato. Queria ajudar o clube a sair desse estágio que ele está", comentou.

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