Divulgação
Divulgação

'Legal' de saúde, Muricy minimiza cobranças de Aidar no São Paulo

Em entrevista coletiva, treinador lembra diverticulite e se recusa a fazer mais comentários sobre a cobrança de títulos pelo presidente

FERNANDO FARO, O Estado de S. Paulo

30 de janeiro de 2015 | 13h33

O primeiro reencontro de Muricy Ramalho com a imprensa após o treinador se recuperar de uma diverticulite aconteceu nesta sexta-feira. Já antes de sentar à frente do microfone da sala de imprensa do São Paulo, brincou com o assessor de imprensa ao dizer que "o que estraga o futebol é isso aqui (entrevista coletiva)".

Ao relembrar a internação que o tirou da viagem a Manaus para os amistosos contra Vasco e Flamengo, o treinador disse ter sentido muitas dores, mas comemorou o fato de poder voltar ao trabalho sem restrições. "Estou legal, sofri um pouquinho porque dói muito, mas estou recuperado e não sinto mais nada. O futebol não é uma coisa de saúde, ele machuca", disse.

O alegado bom humor de Muricy só mudou de tom quando perguntado sobre as cobranças do presidente Carlos Miguel Aidar, que no início da semana disse que o técnico "deve" um título ao clube e que será cobrado pessoalmente. Muricy respondeu secamente sobre o tema e bateu na tecla de que é preciso pensar em coisas boas.

"Estamos numa semana muito importante de início de temporada, temos que trazer coisas boas e positivas, já falei bastante sobre esse assunto, não vou falar mais", declarou.

O São Paulo faz neste sábado seu último treino antes da estreia no Campeonato Paulista contra a Penapolense. Na sexta, o time fez um treino tático e Muricy realizou os últimos ajustes. Lesionados, Ganso e Souza estão fora.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolSão Paulo FCMuricy Ramalho

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.