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Ídolo do United, Gary Neville é o novo técnico do Valencia

É o primeiro desafio do ex-lateral como treinador de uma equipe

Estadão Conteúdo

02 de dezembro de 2015 | 10h38

O Valencia anunciou nesta quarta-feira que chegou a um acordo com o inglês Gary Neville, que assinou contrato para comandar o time espanhol até 30 de junho de 2016. O novo treinador do clube irá substituir o português Nuno Espírito Santo, demitido no último domingo após derrota por 1 a 0 para o Sevilla, pelo Campeonato Espanhol.

Neville irá assumir o comando do time apenas no próximo domingo, um dia depois de o Valencia encarar o líder Barcelona, em casa, pela 14ª rodada da competição. Ele fará a sua estreia à frente da equipe no jogo diante do Lyon, na próxima quarta, também no estádio Mestalla, pela fase de grupos da Liga dos Campeões.

Ex-lateral do Manchester United, Neville defendeu o clube por 20 anos e se tornou uma lenda do time, no qual ele atuou em 602 partidas entre 1991 e 2011, quando se aposentou. Neste longo período, ele acumulou 22 títulos com a camisa da equipe, sendo dois deles da Liga dos Campeões, um do Mundial de Clubes da Fifa e oito do Campeonato Inglês.

Nesta quarta, o treinador de apenas 40 anos de idade comemorou o acordo fechado com o time espanhol. "Estou muito emocionado e me sinto orgulhoso por ter recebido essa grandíssima oportunidade com o Valencia. É um clube enorme, de imenso prestígio e me lembro bem na minha fase de jogador da grande paixão e da lealdade de seus torcedores", ressaltou Neville, por meio de declarações reproduzidas pelo site oficial do clube, onde concederá entrevista coletiva nesta quinta-feira.

Neville se tornou o sexto técnico do Valencia em um período de apenas três anos. Depois de manter Unai Emery no comando por quatro temporadas e depois o demitir em 2012, o time teve como comandantes o argentino Mauricio Pellegrino, o espanhol Ernesto Valverde, o sérvio Miroslav Djukic e o argentino Juan Antonio Pizzi.

Nuno Espírito Santo estava no comando do Valencia desde o início da temporada passada e tinha contrato até 2018, mas foi dispensado após a 13.ª rodada do Espanhol, com o time em nono lugar, com 19 pontos.

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