Sérgio Neves/AE
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Léo Lima não escapa de críticas por preciosismo

Ele acabou cobrado pelos atacantes Washington e Dagoberto, autores dos outros dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o paraguaio Nacional, pela Copa Libertadores

Giuliander Carpes, AE - O Estado de S. Paulo

19 de março de 2010 | 00h08

Se ainda não deu para encantar, pelo menos o São Paulo melhorou em um quesito tão pedido pelo técnico Ricardo Gomes: a agressividade. Nesta quinta-feira, diante do Nacional, pela Copa Libertadores, o time paulista manteve-se no ataque durante a maior parte do jogo e criou oportunidades. Se não fossem algumas falhas na hora de dar o passe final, poderia ter aplicado uma goleada no Morumbi.

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O volante Léo Lima, que marcou o segundo gol da vitória por 3 a 0, abusou do preciosismo em alguns lances e acabou cobrado pelos atacantes Washington e Dagoberto, autores dos outros dois gols. "O time deles estava muito fechado, tínhamos de jogar com mais inteligência", justificou o volante.

Mais calmo no final da partida, Washington minimizou as reclamações. "Às vezes temos de ser mais radicais e chegar mais na área do adversário. Mas está bom", ponderou.

Ricardo Gomes gostou da formação do meio de campo. Cléber Santana, por exemplo, fez sua melhor partida. Jogou mais recuado e chegou ao ataque como elemento-surpresa, exemplo seguido por Richarlyson.

"Tínhamos que jogar bem. Fomos equilibrados durante 90 minutos e acho que agradamos", disse Dagoberto. "Temos que continuar assim, para ter só alegrias daqui pra frente."

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