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Leônidas, o Diamante Negro, faz 90 anos

Quatro de dezembro de 1932, um domingo. No Estádio Centenário, em Montevidéu, o Brasil vence o então temível Uruguai, campeão do mundo dois anos antes, por 1 a 0. Começa o segundo tempo de um jogo que entraria para a história. Graças a um brasileiro que, de repente, deu um salto para trás, posicionando-se de costas para o chão, fez das pernas pedais e, quando seu pé encontrou a bola, lançou-a 50 metros à frente, no pé do companheiro. O autor da obra que deixou todos os presentes no estádio boquiabertos foi um jovem negro de cerca de 1,70 m. Seu nome? Leônidas da Silva. A bicicleta, uma das mais belas jogadas que se conhece, passava a fazer parte do repertório do futebol.Sábado, dia 6 de setembro, quase 71 anos depois daquele domingo frio e chuvoso, Leônidas terá uma festa com direito a bolo, salgadinhos e flores. Completará 90 anos. Desta vez, não poderá comemorar. Travando uma batalha inglória contra o mal de Alzheimer, já não anda, fala ou reconhece as pessoas. Passa os dias em uma clínica geriátrica na Granja Viana. Há 10 anos é assim.Leia mais no Estadão

Agencia Estado,

31 de agosto de 2003 | 10h34

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