Reprodução/Instagram/Gil Cebola
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Lesionado, Neymar treina na academia do Paris Saint-Germain com proteção no pé

Atacante tem uma fratura no quinto metatarso do pé direito, mesmo local machucado antes da Copa do Mundo

Redação, Estadão Conteúdo

28 de janeiro de 2019 | 12h17

Neymar tenta manter uma rotina de treinamentos no Paris Saint-Germain mesmo depois de lesionar o pé direito na partida contra o Strasbourg, na quarta-feira passada, pela Copa da França. Enquanto aguarda a chegada do médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, em Paris, para avaliar o seu quadro clínico, o atacante segue treinando e nesta segunda foi filmado por um amigo fazendo musculação com uma meia protetora no pé machucado.

A lesão sofrida por Neymar é exatamente a mesma que ele teve no primeiro semestre de 2018, quando ficou afastado do futebol por cerca de três meses em recuperação e inclusive chegou a ter colocada em risco a sua participação na Copa do Mundo da Rússia, onde o Brasil parou nas quartas de final após perder para a Bélgica.

No último domingo, Tite e Edu Gaspar visitaram o atacante. Durante o sorteio dos grupos da Copa América, na última quinta-feira, o técnico do Brasil afirmou estar "humanamente preocupado" e que aguardaria o diagnóstico torcendo pelo atleta. Espera-se que a lesão não impeça a sua presença na competição, marcada entre os meses de junho e julho.

Até o presente momento, o técnico do Paris Saint-Germain, o alemão Thomas Tuchel, confirmou apenas que Neymar não estará disponível na primeira partida das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa contra o Manchester United, no próximo dia 12 de fevereiro, na Inglaterra. No domingo, sob os olhos de Tite, o time parisiense goleou o Rennes por 4 a 0, em Paris, pelo Campeonato Francês.

De acordo com a imprensa francesa, exames feitos pelo Paris Saint-Germain apontaram que Neymar sofreu uma nova fratura no quinto metatarso do pé direito, mas com menos gravidade que a anterior. O tempo de recuperação ainda não foi delimitado, uma vez que o time francês ainda não decidiu qual opção de tratamento deverá escolher, mas ele pode ficar afastado por ao menos 45 dias. Uma nova cirurgia é uma das possibilidades.

 

 

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