Levir admite pressão no Fluminense, mas descarta pedir demissão

Time carioca não vence há cinco jogos pelo Brasileirão

Estadão Conteúdo

04 de novembro de 2016 | 16h14

Sem vencer há cinco jogos no Campeonato Brasileiro, o Fluminense está pressionado. O próprio técnico da equipe, Levir Culpi, sabe disso e admite que um novo tropeço neste domingo, contra o Cruzeiro, no Mineirão, pode tornar a questão insustentável. No entanto, o comandante tricolor mantém os planos de continuar no cargo, pelo menos até o fim da temporada.

"Minha ideia é completar o campeonato. Isso é a minha cabeça, sou o único a pensar na minha cabeça. Se os outros pensarem diferente não sei exatamente o que vai acontecer. Não tenho planos para o futuro. Acho uma coisa muita engraçada, quando você menos espera, é demitido. E de repente surge um convite da China, da Arábia Saudita. Está em aberto, não tenho pensado muito sobre isso", declarou nesta sexta-feira.

O Fluminense precisa vencer o Cruzeiro para não se distanciar da briga pela Libertadores do ano que vem. Atualmente, ocupa a nona colocação, com 48 pontos, três atrás do Atlético-PR, que fecha o G6. Por isso, na última segunda-feira até o presidente do clube, Peter Siemsen, apareceu para conversar com Levir. O treinador, no entanto, descartou qualquer pressão interna.

"Não posso me queixar da assistência da comissão, da direção e do grupo. Meu relacionamento com o presidente Peter Siemsen é muito bom, nunca vou esquecer disso. Se tem alguém no mundo depende do resultado, é o treinador. Ele sabe que estou tentando fazer o melhor. Estamos juntos nessa caminhada", comentou.

Nesta sexta, Levir comandou um treino fechado no CT do Fluminense e preferiu não revelar a escalação que vai a campo no domingo. Pierre, suspenso, é o mais novo desfalque. A tendência, portanto, é que o time jogue com: Júlio César; Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Edson, Douglas, Cícero e Gustavo Scarpa; Wellington e Richarlison.

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