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Levir Culpi abandona aposentadoria e vai comandar o Cerezo Osaka no Japão

Aos 67 anos, experiente treinador assume a equipe asiática pela quarta vez em sua carreira

Redação, Estadão Conteúdo

31 de dezembro de 2020 | 14h44

Pouco mais de um ano após anunciar a aposentadoria, Levir Culpi está de volta aos trabalhos. O experiente treinador, de 67 anos, vai comandar o Cerezo Osaka pela quarta vez. Ao todo, dirigiu o clube do Japão por oito temporadas. O último time pelo qual atuou foi o Atlético-MG, entre 2018 e 2019.

O Cerezo Osaka é um clube tradicional e organizado. Nesta temporada do Campeonato Japonês terminou em quarto lugar. O Kawasaki Frontale dominou a temporada, sendo campeão com cinco rodadas de antecedência.

Agora em 2021 serão três técnicos brasileiros trabalhando na primeira divisão do Japão, o que não acontecia há muito tempo. Nelsinho Batista, de 70 anos, é o mais longevo no pais oriental, onde já trabalhou por 16 temporadas. No momento ele comanda o Kashiwa Reysol, sétimo colocado na temporada. Na próxima segunda-feira vai disputar a Levain Cup, antigamente chamada de Copa Nabisco, contra o Tokyo FC.

O outro brasileiro que atuou em 2020 foi Antônio Carlos, ex-Red Bull Bragantino, que terminou em quinto lugar com o Kashima Antlers, que tem gerência de Zico.

CARREIRA

Como jogador, o zagueiro Levir Culpi defendeu times como Coritiba, Colorado-PR, Botafogo, Santa Cruz, Figueirense e Juventude. Já a carreira de treinador começou entre 1985 e 1986 na equipe alviverde de Caxias do Sul (RS).

Desde então, acumulou os seguintes títulos: Recopa Sul-Americana (Cruzeiro, em 1998, e Atlético-MG, em 2014), Copa do Brasil (Cruzeiro, em 1996, e Atlético-MG, em 2014), Série B do Campeonato Brasileiro (Inter de Limeira, em 1988, e Atlético-MG, em 2005), Copa da Primeira Liga (Fluminense, em 2016) e Copa Centro-Oeste (Cruzeiro, em 1999).

Também faturou os seguintes Estaduais: cinco Mineiros (em 1995, 2007 e 2015 pelo Atlético-MG e em 1996 e 1998 pelo Cruzeiro), um Paulista (em 2000 pelo São Paulo), um Paranaense (em 1993 pelo Paraná) e um Catarinense (em 1989 pelo Criciúma). No Japão, além de ter comandado o Cerezo Osaka, passou pelo Gamba Osaka.

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