Levir minimiza peso de revés e define seu futuro na quarta-feira

Treinador valoriza atuação do Atlético-MG, mas diz que 'dá para dormir tranquilo'. Com propostas, ele pode voltar ao futebol japonês

Estadão Conteúdo

01 de dezembro de 2014 | 10h53

O técnico Levir Culpi minimizou o peso que a derrota por 2 a 1 para o Coritiba, sofrida domingo, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, teve para o Atlético-MG. Embora o time tenha utilizado o contato com a sua torcida para exibir a taça da Copa do Brasil e até para dar uma volta olímpica, a equipe paranaense não se intimidou com a habitual força do adversário em jogos no local e, com o triunfo, assegurou sua permanência na elite nacional.

O treinador, inclusive, elogiou o desempenho do elenco atleticano, que desta vez atuou com força máxima para tentar presentear sua torcida com uma vitória em sua última partida em casa na temporada - os atleticanos fecharão campanha no Campeonato Brasileiro contra o rebaixado Botafogo, no próximo domingo, no Mané Garrincha, em Brasília.

"Eu achei a atuação dos jogadores muito boa, com nível bom, com toques rápidos, passes e finalizações. Acho que o Coritiba finalizou duas vezes no gol, se não me engano, e as duas entraram. É aquele jogo que falo com os jogadores: dá para ir para casa e dormir tranquilo. Não foi o dia. O Coritiba jogava uma partida importantíssima, estava muito concentrado na defesa."

Levir também revelou em sua entrevista que marcou para a próxima quarta-feira uma reunião com o novo presidente atleticano, Daniel Nepomuceno, que ocupa o cargo de Alexandre Kalil. No encontro, ele tentará confirmar renovação do seu contrato. E, ao ser questionado sobre o que faria ele aceitar a proposta para continuar no clube mineiro, o treinador respondeu com bom humor: "Não é para falar igual ao Luxemburgo, mas é o projeto. Acho que isso é fundamental. O Atlético-MG tem de se programar para a temporada que vem. Já iniciamos um contato e na quarta-feira vamos definir tudo".

O técnico ainda revelou que tem sido procurado por outros clubes e não descartou a possibilidade de voltar a trabalhar no futebol japonês. "Tenho um relacionamento muito bom com todos lá no Japão e a gente recebe muitos convites. Neste momento, se permanecer no Brasil, quero ficar no Atlético-MG. Se eu não ficar no Atlético, até posso voltar para o Japão."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.