Divulgação / Puma
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Liberado pelo Barcelona, Luis Suárez seguirá recuperação de cirurgia no Uruguai

Atacante passou por artroscopia, mas é esperado para reforçar sua seleção na Copa América

Redação, Estadão Conteúdo

03 de junho de 2019 | 09h10

A seleção do Uruguai terá nesta semana a apresentação do último jogador convocado para a disputa da Copa América. O centroavante Luis Suárez foi liberado nesta segunda-feira pelo Barcelona para viajar a Montevidéu depois de completar mais uma fase da recuperação de uma artroscopia no joelho direito realizada no último dia 9, na Espanha.

De acordo com o clube catalão, a reabilitação de Suárez está dentro do previsto, que é de quatro a seis semanas, e a expectativa é que o jogador possa defender o Uruguai na Copa América, que será realizada no Brasil entre o próximo dia 14 e 7 de julho, sem qualquer restrição. Em Barcelona, o jogador já realizava exercícios de fortalecimento da perna direita e deve voltar a treinar com bola nos próximos dias.

O atacante uruguaio, de 32 anos, convivia com dores no joelho há algum tempo, sendo que havia tentado fazer um tratamento convencional entre o final de novembro e início de dezembro do ano passado. Após a eliminação na Liga dos Campeões da Europa e a conquista antecipada do título do Campeonato Espanhol, no início de maio, o Barcelona resolveu antecipar a artroscopia.

Na última temporada europeia, Suárez entrou em campo em 49 partidas e marcou 25 gols - 21 no Campeonato Espanhol, três na Copa do Rei e um na Liga dos Campeões. O uruguaio foi o vice-artilheiro do Barcelona, só atrás do argentino Lionel Messi.

No Grupo C da Copa América - ao lado de Equador, Japão e Chile -, os uruguaios farão a sua estreia contra os equatorianos no dia 16, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Depois irão até Porto Alegre, na Arena Grêmio, para enfrentar os japoneses no dia 20. E fecham a sua participação na primeira fase contra os chilenos no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, no dia 24.

O Uruguai é o maior campeão da Copa América com 15 títulos, um a mais que a Argentina. O Brasil é o terceiro maior vencedor e tem oito troféus.

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