Lippi lamenta desencontro do ataque italiano

Depois de Giuseppe Rossi entrar contra os Estados Unidos e mudar o panorama da partida, o técnico Marcelo Lippi decidiu mexer no ataque italiano para a partida desta quinta-feira, contra o Egito. Rossi saiu jogando, como centroavante, enquanto Quagliarella e Iaquinta fechavam pelos lados. A tentativa, no entanto, não deu nada certo.

AE, Agencia Estado

18 de junho de 2009 | 19h03

"Tentamos algumas coisas diferentes e não fomos muito bem. Pretendíamos jogar com dois atacantes nos lados e Rossi se movendo no centro, mas não fizemos nada do que treinamos", reclamou o técnico.

O panorama da partida só mudou no segundo tempo, quando a Itália, buscando o gol de empate, passou a pressionar e perder boas oportunidades. Para Lippi, a equipe deveria ter reagido antes. "O Egito passou a jogar melhor e marcou um gol de escanteio, o que acontece. Mas nós paramos de jogar. O final do primeiro tempo foi horrível. No segundo tempo, tentamos reverter a situação, mas o goleiro deles estava inspirado, salvou quatro ou cinco chances".

Na próxima rodada, a Itália fará um complicado jogo contra o Brasil com uma nova escalação. "Está claro que nosso time precisará ser diferente no início do jogo. Nós precisamos vencer, e nós vamos tentar".

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