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Phil Noble/ Reuters
Phil Noble/ Reuters

Liverpool dá férias e usa programa do governo para pagar salários de funcionários

Outros clubes, como Tottenham e Newcastle, se aproveitaram do mesmo programa; cortes salariais de jogadores ainda não foram definidos

Redação, Estadão Conteúdo

04 de abril de 2020 | 17h57

O Liverpool se tornou o mais recente clube do Campeonato Inglês a utilizar um programa do governo para colocar de licença todos os seus funcionários no momento em que a temporada está suspensa há quase quatro semanas por causa da pandemia do coronavírus.

O anúncio se dá no mesmo momento em que a Premier League, a liga organizadora do Campeonato Inglês, está em conversações com clubes, capitães e dirigentes sobre possíveis cortes salariais de 30% para os atletas durante o período de suspensão do torneio.

Sob o plano de retenção de empregos da Grã-Bretanha, implementado no mês passado com o decreto de isolamento em função do surto de coronavírus, os funcionários colocados em licença podem receber 80% dos seus salários do governo, até um máximo de 2.500 libras (aproximadamente R$ 16,4 mil) por mês.

O Liverpool disse que os beneficiados ainda vão ganhar 100% de seus salários, com o clube bancando o valor restante "para garantir que nenhum funcionário seja financeiramente prejudicado".

Houve críticas de que clubes da elite inglesa, incluindo Tottenham e Newcastle, usaram o programa do governo, mesmo pagando o salário integral de seus jogadores, alguns deles em valores elevados.

O Liverpool, que lidera o Inglês por 25 pontos de vantagem com nove jogos restantes, disse que há um "compromisso coletivo nos níveis mais altos da clube - dentro e fora do campo - com todos trabalhando para uma solução que assegure os empregos".

"Há um engajamento ativo e contínuo sobre o tópico de redução salarial durante o período em que as partidas agendadas não estão sendo jogadas. Estas discussões são complexas e, como resultado, o processo está em andamento".

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