Marcelo Sadio/Divulgação
Marcelo Sadio/Divulgação

Longe de casa, Vasco quer se manter na parte de cima da tabela

Equipe pretende ficar entre os 10 primeiros e aposta em bom resultado contra a Lusa no Canindé

AE, Agência Estado

11 de setembro de 2013 | 08h32

RIO - O Vasco não conseguiu a segunda vitória seguida na última rodada (empatou em casa com o Atlético Paranaense), mas se manteve na "parte de cima" da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, os 10 primeiros, e quer permanecer ali. E continuar subindo. Nesta quarta-feira, às 21h50, pela 20.ª rodada, o adversário é a Portuguesa, no estádio do Canindé, em São Paulo, que é o primeiro time na zona de rebaixamento - e cinco pontos atrás dos vascaínos.

Nesta terça, o técnico Dorival Júnior não garantiu a presença de Juninho Pernambucano entre os titulares. O meia viajou para São Paulo, mas pode começar no banco de reservas, como na partida contra o Náutico, na Arena Pernambuco. Naquele jogo, ele só entrou na segunda etapa - e mudou a partida, ajudando bastante na vitória do Vasco por 3 a 0.

Já o volante Pedro Ken, substituído no intervalo nos dois últimos jogos por opção de Dorival Júnior, perdeu sua vaga entre os 11. "Tenho uma confiança grande nele, poderia até começar essa partida. Mas teve duas apresentações um pouco abaixo do esperado, então nesse momento optei pela preservação", disse o treinador sobre o jogador, que vinha recebendo muitas críticas da torcida. "De qualquer maneira, é uma situação momentânea", afirmou.

O lateral-direito Fagner está suspenso pelo terceiro cartão amarelo e será substituído por Nei; Abuda, que cumpriu suspensão no último jogo, volta em lugar do jovem Baiano, que estreou contra o Atlético Paranaense. Se Juninho Pernambucano de fato não começar o jogo, Dorival Júnior deve escalar o meio de campo com Abuda, Fillipe Soutto, Wendel e Marlone.

O lateral-esquerdo Rodrigo Biro desistiu de se transferir da Ponte Preta para o clube de São Januário. O atleta já havia feito parte dos exames médicos pelo Vasco, mas, segundo o diretor de futebol da equipe de Campinas, Ocimar Bolicenho, "ficou assustado" com a situação de salários atrasados no time do Rio de Janeiro e decidiu não se transferir.

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